fbpx

Um levantamento feito pelo Ministério da Economia aponta que menos de 20% do crédito previsto em programas de auxílio durante a pandemia anunciados pelo governo federal chegaram até os empresários brasileiros. A informação é da Folha de S. Paulo.

Os dados mostram que depois de 4 meses do lançamento dos programas, somente R$ 12,1 bilhões foram desembolsados, valor que corresponde a 17% dos quase R$ 70 bilhões anunciados para 4 linhas de financiamento.

.mod-newsletter.full .title, .mod-newsletter.full h1 {font-size:18px;text-transform:none;}.mod-newsletter.full .title small, .mod-newsletter.full h1 small{font-size:16px;}.mod-newsletter .title, .mod-newsletter
h1{font-family:”Prelo”,sans-serif;}.mod-newsletter.full input[type=text]{font-size:14px;padding: 10px 7px;}.mod-newsletter.full input[type=submit] {padding:9px 0;margin-top:-21px}.mod-newsletter.full {margin:15px 10px; padding:20px 15px 15px; border: 1px solid #d2d2d2; background:transparent; background-color#fff;}.enviar .container {width:100%;}.content.wp h1, .content.wp h2 .enviar{margin:0;}@media only screen and (max-width: 1279px){.mod-newsletter.full h1{font-size:15px;}}@media only screen and (max-width: 1279px){.mod-newsletter.full h1 small{font-size:14px;}}@media only screen and (max-width: 767px){.mod-newsletter.full h1 {padding-bottom:11px;}}

Receba a newsletter do Poder360

 

A medida faz parte do pacote econômico elaborado para conter os efeitos pandemia da covid-19 no Brasil. Com o crédito facilitado, empresários brasileiros poderiam manter os empregos e os negócios funcionando, mesmo com as operações reduzidas.

Em comissão no Congresso Nacional no dia 30 de junho, o ministro Paulo Guedes afirmou que o desempenho da medida tem sido insatisfatório. ” Tenho a maior franqueza em reconhecer que, na parte de crédito [o desempenho]  não foi satisfatório até o momento. Nós continuamos aperfeiçoando o nosso programa para o dinheiro chegar à ponta, que era a maior reclamação”.

Os especialistas da pasta afirmam que o maior gargalo é a atuação das instituições bancárias, visto que o Banco Central (BC) liberou os recursos necessários.

Carlos Melles, presidente do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), afirma que “não existe apetite para emprestar ao pequeno” empresário, que acaba sendo o mais prejudicado.

Em contraponto, os bancos argumentam que há grandes riscos na concessão de crédito a empresários que não apresentam garantias suficientes para as operações.

Assim, a saída para muitas empresas tem sido recorrer a linhas de crédito pré-aprovadas, esgotando os recursos financeiros disponíveis no mercado no começo da crise.

Em 10 de junho, o governo anunciou que R$ 15,9 bilhões do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) foram liberados para o FGO (Fundo Garantidor de Operações), disponível aos micro e pequenos empreendedores nas agências bancárias do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais.

O Ministério da Economia afirma que a execução do Pronampe se encontra em 7,5% da capacidade total e que isso se deve ao pouco tempo de lançamento do programa.

Por Poder360
https://www.poder360.com.br/economia/so-17-do-credito-previsto-foram-concedidos-a-empresas-durante-pandemia/

Leave a comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *